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Mostrando postagens de Dezembro, 2015

“Gordofobia”!

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Gordos não tem vez em assentos de aeronave tampouco em transportes terrestres; gordos não tem vez nos empregos; nas novelas e filmes (a não ser nas comédias onde são ridicularizados com a finalidade do “riso”); são vistos pela maioria da população, em especial a população chamada “normal” (que vai a academia ou que “vive no regime”) como sendo pessoas sem autocontrole, desorganizadas e até “grotescas” . Recentemente uma atriz de novelas aqui do Brasil, de renome nacional, quiçá internacional, teve o despautério de dizer que tinha repulsa a mulheres gordas ( veja aqui R7,sobre Betty Faria ), todavia, mais tarde foi as redes sociais tentar explicar o que teria dito: “Questão de gosto: roupa de oncinha, unhas dos pés pintadas de vermelho... não gosto. Mas não é ofensa, por favor. Questão de gosto, tá?” ( Leia mais aqui ExtraGlobo ). De fato, a vida das pessoas acima do peso não é nada fácil!  Não é fácil para eles, que podem sofrer com enfermidades que afetam mais quem está ob

800 anos de “Inspiração”: Carta Magna de 1215 e as Constituições modernas

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LincolnCathedralCom Foundation Apesar de ainda não ter completado, exatamente, 800 (oitocentos) anos, quatro cópias originais, sobreviventes da Magna Carta de 1215, foram colocadas juntas em exposição pela primeira vez no Museu Britânico, em Londres, nesta segunda-feira (2 fevereiro de 2015).   Obs.: Hoje (22/12/2015) sim, a Magna Carta já completou 800 anos - o artigo foi publicado há mais ou menos 10 meses no JusBrasil, e é de autoria da Adm. deste Blog - hoje replico aqui da forma como foi publicado lá) A exposição é uma homenagem aos 800 anos de história que ela fará em 15 de junho de 2015; todavia, não é uma exposição comum, pois somente 1215 felizes ganhadores de um sorteiro poderão ter o prazer em vê-la. O documento, assinado a contragosto pelo Rei Jhon, às margens do rio Tâmisa, em Runnymede, concedeu direitos a barões ingleses rebelados. Ao colocar o selo real na Magna Carta, ou Grande Carta, o rei John deu a todos os homens livres o direito a um julgamento justo,

“Lei Caó”: igualdade racial e intolerância religiosa; racismo X injúria racial

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À princípio, a denominada de ”Lei Caó” ( Lei 7.716/89 ) veio  penalizar  apenas  os crimes decorrentes de raça ou cor, todavia, o artigo 1º foi revogado pela lei  9.459/97 que passou a ter nova  redação, qual seja: Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A Lei que tornou  a discriminação racial crime, teve como autor  da proposta  o ex-vereador, jornalista e advogado Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos.  Como já dissemos, a proposta anterior, a realizada por “Caó”, não incluia o crime de intolerância religiosa, com a nova redação de 1997 passou a considerar crime, também, essa forma de intolerância. Não podemos nos esquecer, entretanto, de citar a importância da Lei 12.288/2010 (Estatuto da Igualdade Racial) que alterou vários pontos da Lei 7.716/89, isso garantiu ainda mais direitos e proteção à população negra e afrodescendentes. Quanto à intole

A “bandeira da intolerância”! Brasil é recorde em mortes de homossexuas no mundo

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Apesar de não termos uma Lei que criminaliza a Homossexualidade, ainda somos campeões em mortes ocasionadas pela intolerância, pela homofobia. Existem mais de 70 (setenta) nações no mundo que a “pratica homossexual” é proibida, considerada como crime que dá cadeia e alguns até pena de morte. Ainda hoje, em muitos lugares do mundo, inclusive aqui, a homossexualidade vem sendo considerada como doença, desvio sexual, perversão ou distúrbio comportamental. Entretanto, a Organização Mundial de saúde – OMS, por meio de seus psiquiatras e psicólogos já derrubou esse estigma, esse rótulo negativo carregado pelo grupo LGBT. A Anistia Internacional já considerou a homofobia uma violação aos Direitos Humanos, mesmo assim, alguns países “legalmente” matam quem for encontrado cometendo tal “crime”. Citemos alguns desses países “extremistas”: Sudão, Mauritânia, Iémen, Arabia Saudita, etc (aqui a pena é a morte); Para os países abaixo, a homossexualidade é criminalizada, mas não com a mo

Ortotanásia: “a morte digna”!

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Atualmente o que diz o CFM (Conselho Federal de Medicina), o CFF (Conselho Federal de Farmácia) e o novo Código de Ética Médica sobre o assunto? Vamos lá:  Diz o art. 1.º da Resolução 1.805/2006 que  “é permitido ao médico limitar ou suspender procedimentos e tratamentos que prolonguem a vida do doente em fase terminal, de enfermidade grave e incurável, respeitada a vontade da pessoa ou de seu representante legal”. A Justiça Federal suspendeu essa resolução e em 2009, houve a edição do novo Código de Ética Médica ( Resolução CFM 1.931/2009) , vigente desde abril de 2010, cujo texto, de forma mais velada, também tratou da ortotanásia. Veja o que diz o art. 41, parágrafo único, da referida Resolução:   “nos casos de doença incurável e terminal, deve o médico oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis   sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas , levando sempre em consideração a vontade expressa do paciente ou, na sua impossibilidade,

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