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Mostrando postagens de Março, 2019

Filho "explorado" é exemplo de amor incondicional à mãe

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Uma história que vi e ouvi, via internet (do programa apresentado por Rodrigo Faro) foi de 'cortar o coração'; no entanto, fez-me refletir uma e outra vez, como sempre venho fazendo há tempo, por meio de alguns artigos que escrevi aqui, e no JusBrasil. Como podem, pais, colocarem filhos no mundo para fazer o que fez esse pai e o que faz essa mãe - transformada em ídolo para o menino de 16 anos; eu, todavia o considerei como "explorado" por ela! É admirável trabalhar e ser como ele é; entretanto, considero cruel pois ainda é um adolescente; devia apenas estudar, trabalhar como jovem aprendiz ou estagiário (em tempo parcial) e fazer atividades esportivas que goste; mas não, tem suas obrigações diárias desde os 8 anos: acordar às 4 da manhã para começar a trabalhar (uma rotina que só termina após chegar da escola, à noite, fazer o recheio das coxinhas que vende durante o dia, e só então dormir). Isso é vida para um menino de 16 anos?   Trabalhar para c

Psicopatas Integrados na política e na religião

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Não precisa ser Psicólogo, tampouco médico Psiquiatra; um autodidata, apaixonado pela Psiquiatria ou Psicologia é capaz de identificar 'possíveis' psicopatas integrados; pessoas essas com transtorno de personalidade narcisista.  Os mais capacitados, dentre os apaixonados pelo assunto, são aqueles (as) que já tiveram contato direto com um ou vários desses depredadores; eu, particularmente, já tive e ainda tenho com 3 (três), o que é lamentável! Na faculdade eu já era a que adorava Medicina Legal; naquele tempo não havia, pelo menos na Faculdade em que estudei (nem sei se há) uma "pasta" de Criminologia, que também amo; no entanto, para a minha alegria já havia a de Medicina Legal. Passava meus dias "atrás" do Professor (Médico Forense - Legista) para aprender mais sobre pessoas e o mal que podem causar aos outros!  Várias vezes estive no  Instituto Médico Legal (IML) para acompanhá-lo em suas atividades!  Quem optou, nos últimos semestr

Perdi minha "identidade espiritual", o que faço agora?

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Para as pessoas que são extremamente religiosas ou apenas religiosas, entenderão o que passarei a discorrer! A Violência doméstica, quando é moral, psicológica e/ou financeira* , nos destrói de dentro para fora! Nos perdemos de nós mesmos(as), deixamos de ser quem somos, nos transformamos em uma casca vazia, ou algo parecido a um zumbi ou morto vivo! (*Lei Maria da Penha - 11.340/2006, artigo 7º, incisos II, IV e V) Mulher destruída, mulher vampirizada Somos manipulados de tal forma que costumamos dizer a nossos Terapeutas, pessoas da família ou muito próximas (somente a elas, e, às vezes só ao Terapeuta, por vergonha), que não somos mais quem éramos! A droga pela qual nos viciamos é um outro ser humano, todavia perverso, sem empatia ou remorso!  Esse "ser humano" é alguém que SE alegra em nos ver sofrer - só assim consegue o suplemento felicidade e satisfação pela vida (ele-a não tem isso e nunca teve); precisa de alguém que tem muita vitalidade, que

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