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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Agentes Públicos não fazem mais que a obrigação!

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Antigamente (há uns 15 anos, pelo menos) era muito comum percorrer esse país e dar de cara com algumas placas e/ou imensos outdoors com frases de agradecimento, acompanhadas da foto do sujeito (político local) que teria construído alguma coisa “relevante” ou conseguido verba para tanto, dentro daquele Estado ou Município em que a publicidade estava. Mesmo sabendo que isso já estava vedado pelo artigo 37 da Costituição Federal de 1988 a coisa ainda “corria solta”, servia sempre como propaganda eleitoral para o Agente Público que tinha a cara e o nome estampados  na placa, como se fosse ele o dono do recurso público e, como se o que tivesse feito não fosse sua obrigação. Infelizmente, isso só servia mesmo de publicidade para sua nova campanha política, uma vez que, não raras vezes, a inauguração só se dava nas vésperas de novas eleições como uma forma dele ser lembrado; sem contar que talvez tivesse durado anos para concluir tal obra e ainda assim estivesse superfaturada.

Não basta ser bonito(a) tem que ter “conteúdo”: será?

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No meu tempo; ISSO JÁ FAZ TEMPO, a única profissão que “aceitava” beleza sem muito conteúdo era o mundo da moda ou o das misses, TODAVIA, que fique claro – para que o(a) fulano(a) permanecesse aí, no topo, teria que se adaptar as exigências que o ramo exigia e exige.  O ingresso da pessoa nesse segmento tinha e ainda tem uma série de exigências, afinal estar aí significa conhecer o mundo e relacionar com pessoas das mais diversas nações e costumes.  Tem que se adaptar ao que ele oferece mas também ao que ele exige para seguir fazendo sucesso – se não, o fracasso é certo!  Essas pessoas tem o meu respeito e admiração! Felizmente, hoje em dia, com a “proliferação” da internet em todos os cantos do planeta algumas profissões novas (da era da tecnologia) como Blogueiros; Vlogueiros; Youtubers vem surgindo como formiga no mel!  Isso poderia ser bom! No entanto, INFELIZMENTE, alguns desses canais, em especial os que são em formato de vídeo oferecem conteúdo que nada acres

“Ghosting”, quem ainda não sofreu ou praticou que atire a primeira pedra!

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A verdade é que se fazes parte da geração Y ou Z, mais cedo ou mais tarde, se não morrer antes, saberá do que se trata o tema deste artigo. Sou da geração anterior; da geração X, e mesmo assim já sei do que falo! A história que vou contar se passou há mais ou menos 6 anos. Ainda vivia em Portugal quando tive que conviver com o sumisso de uma pessoa; no entanto, como dizem alguns especialistas no assunto Psicologia, é só se ter a autoestima elevada que esse tipo de coisa deixará de afetar o ego mais rápido do que se pensa.  - “Se sumiu é porque não era para ser, não me merecia – já foi tarde”!   Algum tempo depois, já envolvida com outro, o cidadão, praticante do “ghosting*”, me liga, como se nada houvesse passado!  Com um simples “alô” de sua parte, reconhecendo o número e a voz, tive o prazer de mandá-lo se lixar e esquecer, definitivamente, do meu número! Não lhe dei tempo, nem oportunidade, para dizer o que queria.  Nunca saberei o que era e nem me interessa! 

Você realmente lê o que compartilha ou curte?

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Uma coisa eu sempre soube: a maioria das pessoas que compartilham artigos e textos na internet não lê!   Eles dão uma “passada de olhos” no título, acham interessante ou polêmico e já se dão por satisfeitos, compartilhando e curtindo o que o amigo ou conhecido postou – talvez para agradar ou talvez para se mostrar intelectual, sei lá!    Não imaginam que, dependendo do assunto ali tratado, em havendo crime, não só o autor será responsável; quem compartilhou e/ou curtiu também.   Serão, portanto, co-autores do crime que existir nas entrelinhas do texto. Revistamktnews.com Imagine se no texto houver difamação; calúnia; injúria; discriminação racial e religiosa; xenofobia ; divulgação de segredo; atos obcenos; ameaças; incitação e apologia ao crime, etc?   Se você não leu e só compartilhou ou curtiu, literalmente, estará compartilhando da vontade que há no autor, do cometimento do crime.    Essa mania de “ser sociável”, afável e amigável demais, só para acumular “amigos virt

Preconceito e opinião são diferentes ou podem ser interpretados da mesma forma?

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Fica a pergunta com o contexto que se segue. Durante o carnaval de 2016, segundo consta a maioria dos portais de notícias e blogs que cobriram a festa, a Senhora de nome VALdirene Marchiori, que agora também é “apresentadora”, além de socialite, teria se referido à funkeira Ludmila de forma preconceituosa. Val Marchiori antiga O “objeto” do preconceito em questão teria sido o cabelo da “cantora”.   Ao comentar sobre ela, sua fantasia e maquiagem, foram só elogios; todavia, ao se referir ao cabelo da moça ela teria dito que parecia uma esponja de aço. Uma outra, que também fazia comentários sobre o carnaval, de nome Ângela Bismarchi saiu logo em defesa da menina dizendo que não; que ela estava lindíssima! “Ela é negra gente, ela se assume”! Assumir a raça que se tem é muito bonito e honrado; no entanto, dizer que ela estava usando aquele cabelo porque assume a raça é por demais puxasaquismo.  Quem conhece a Ludmila, que não é o meu caso; já digo logo (até p

“Transexualismo em criança dá direito à mudança de identidade” – decisão judicial

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Ontem foi noticiado no Jornal Nacional uma decisão do Judiciário Matogrossense que acreditamos seja inédita no Brasil. Que, de fato, já tenha ocorrido em outras situações isso é certo, todavia em se tratando de menores (absolutamente incapazes) é a primeira vez. A menor (hoje já deve ser tratada no feminino, por direito) teve sua identidade de gênero modificada no registro de nascimento.  Nasceu menino mas sempre se identificou como menina não somente hoje, com 9 anos de idade, mas sempre, inclusive na mais tenra idade. Seus pais que vivem do interior de Mato Grosso, em  uma cidade chamada Sinop (mais ou menos 420 km da Capital – Cuiabá) fez várias viagens para São Paulo durante esses nove anos para que o menino (hoje, menina) se consultasse com os melhores especialistas no assunto sexualidade (psiquiatras e psicólogos), para que ao fim fosse definitivo o diagnóstico de transtorno de identidade de gênero e orientação sexual.  O que desejavam e desejam é a felicidade d

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