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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Proibicão de doação de sangue por homossexuais gera indignação de grupo LGBT contra ANVISA

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Dia desses li um artigo de uma colunista sobre o assunto  "vida sexual masculina "; infelizmente não poderei citar a fonte pois já não me lembro em que portal estaria a coluna e nem o nome da autora, no entanto, recordo-me vagamente do título do referido artigo que seria:  "O mito da mulher limpinha".  Com ele pude repensar algumas coisas que ouvia na minha juventude, quando ainda frequentava as escolas secundárias e os cursinhos vestibulares. Os rapazes geralmente tinham a mania de dizer que só " saiam com mulher limpinha ", assim estariam livres de doenças sexualmente transmissíveis. - Mas o que é uma mulher limpinha? Seria àquela que toma banho todos os dias, que troca de roupa, que usa perfumes franceses, que exala um bom cheiro? Para mim essa é uma mulher como qualquer outra, inclusive como a que toma poucos banhos, troca menos de roupa e usa a linha dos falsificados (que me perdoem as que usam). Talvez essa tenha ainda menos parceiros que a pr

Ao procurar um Advogado, seja aonde for, exija a apresentação da Carteira da OAB

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A abordagem inconveniente de pessoas se dizendo Advogado tá virando moda aqui no Brasil. Dia desses republiquei um artigo de minha autoria que tratava sobre a figura do Advogado " laçador " (como são chamados no Ceará). Essas pessoas são, muitas das vezes, Advogado, outras não. No TRT do Ceará é costume ficarem fazendo plantão, insistentemente abordando pessoas para que elas proponham ações contra seus empregadores. Tenha o empregado razão ou não na futura demanda; o que realmente querem são oportunidades de levar alguma comissão ou, em sendo Advogado, propô-la, mesmo que se trate de uma aventura jurídica. Novamente a OAB-CE sai na frente com uma campanha contra esse tipo de abordagem ilegal. O Presidente, na figura do Dr. Valdetário Andrade Monteiro, faz um belo trabalho naquela seccional. Sempre na busca por soluções que melhorem a vida do Advogado; além do mais, verdade seja dita, é uma das anuidades mais baratas do Brasil se não a mais. A Seccional Ceará oferec

“Inflação da imaginação”: poderiam, as falsas memórias, influenciarem no processo penal e até na “justiça privada”?

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Antes de tentar responder ao questionamento, vamos a uma definição do que  seria “inflação da imaginação” . Segundo a psicóloga norte-americana Elizabeth Loftus, depois de se fazer a mente imaginar os detalhes de um“evento” vem a “certeza” de que ele de fato ocorreu. Diz ela que é possível, de modo relativamente fácil, fazer alguém se lembrar de algo que não aconteceu – essa seria uma nova e preocupante descoberta da psicologia. Esses fenômenos seriam uma mera curiosidade científica se não estivesse disseminados no dia a dia das pessoas. Estudos têm mostrado que a sugestão – por um policial em interrogatório, por um psicanalista ou pelos meios de comunicação – tem o poder de alterar a memória de fatos vividos. Pior ainda: criou-se nos EUA uma “indústria”, diz Loftus, da “memória reprimida” de eventos traumatizantes, que fez muitas mulheres imaginarem que foram repetidamente abusadas sexualmente quando crianças. Em pelo menos um caso, um sujeito inocente foi para a

Exame da Ordem: o pavor do Bacharel em Direito é só “mamão com açúcar”; seja um concurseiro e verás!

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De antemão, quero pedir desculpas aos que desejam exercer a Advocacia e ainda são bacharéis ou acadêmicos de Direito, pois tenho algo a dizer: por mais que soe sarcástico e até egoísta a verdade é uma só - vocês não viram nada! Estudar durante o curso todo, para alguns, parece ser o maior sacrifício a fazer até se tornar bacharel em Direito e conseguir aprovação no Exame da Ordem, no entanto, os bem preparados têm êxito antes mesmo de estarem aptos a exercê-la, uma vez que conseguem passar já no 9º ou 10º semestre, quando fazem a prova para “experimentar”. É aí que está a comprovação de que o Exame da Ordem não é tão difícil assim. Sejamos honestos, fazer uma prova como a da OAB, que se necessita apenas de um certo número de pontos para aprovação não é a mesma coisa que realizar provas de concurso onde se exige, além de um mínimo de pontos, outros critérios, e já se tem de antemão a quantidade de vagas pré-determinadas. Todos devem saber como funcionam os concursos públicos. Mui

Corrupção mata. Buracos na pista provocando mortes: de quem é a responsabilidade?

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Triste constatação, todavia qualquer um, com um pouco de inteligência percebe que a corrupção mata. Veja só a situação porque passa esse país há muito: crianças, idosos e até pessoas consideradas resistentes morrendo em filas ou corredores de hospitais por falta de leitos, de médicos ou simplesmente de medicamentos, e por que? Porque os que se dizem representantes do povo, ao invés de trabalhar e investir em favor do povo, “investe na própria vida ” (comprando mansões, carros luxuosos, fazendo viagens pelo exterior e, com o que “sobra” do rombo que fazem nos cofres públicos, depositam em algum "paraíso fiscal" , para tentar esconder o produto da “corrupção”). Com um simples olhar, nada muito criterioso, poderia se dar um diagnóstico: Abrir o cérebro para novos nomes na política, esquecer de vez os que estão no poder hoje, os que se tornaram políticos de profissão e nada fizeram de relevante para o país a não ser roubar dos cofres públicos e rir da nossa c

“Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

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Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha (11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório, em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal. Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional. Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem. violência psicológica contra a mulher Foi relendo a Lei Maria da Penha que me dei conta dessa história. A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica.  Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é consi

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