8 de setembro de 2018

Os inconvenientes das redes sociais

Pela 'ordem' de inconveniência, citemos:


1º LUGAR: Facebook
Uma das coisas mais chatas dessa rede é receber a previsão do tempo por àqueles que chamamos de amigos - pessoas que geralmente não sabem SEQUER o nome das constelações,  dos planetas, tampouco dos fenômenos naturais (mas jura que sabe de previsão - como se ela não estivesse na "rede" para todo mundo que tiver interesse, encontrar);

2º LUGAR: Facebook
Pessoas que dão bom dia - mas não um bom dia personalizado (escrito e direcionado); apenas um bom dia com posts construídos e estilizados por alguém da internet (que NÃO ele).  Receber um bom dia assim entra em um "buraco e sai no outro" (gostaria de saber, como essas pessoas agiam antes de face); porque, mesmo hoje, o bom dia é só no face - na rua não te dirigem a palavra (todavia são seguidores mútuos). Pessoa que dá bom dia, boa tarde e boa noite via mensagem de celular, não é de Deus, não! Eita povo chato e desocupado - pior é que fica esperando retorno!

Redes Sociais por Pixabay

3º LUGAR: Facebook
Pessoas que conhecemos pessoalmente  (há perfis com tantos seguidores que se a pessoa conhecer  10% deles é muito - e não estou falando de gente famosa); o mais chato desses conhecidos é ver a felicidade estampada em fotos de viagens; família unida e feliz, quando na verdade sabemos que "quebram o pau"; "deitam o cacete" uns nos outros, inclusive nos filhos - só "são felizes" na foto que é postada;

4º LUGAR: WhatsApp
Para mim se transformou no primeiro em inconveniência e chatice exacerbada (igual ou mais que o facebook). Pessoas que nunca te deram a mínima, conseguem teu número ou entra no mesmo grupo que você está e, de repente, passaram a te desejar o melhor dos mundos! "fique com deus! Como está você, Te amo, Você é maravilhosa, Deus te ama - sem falar nos nada originais postezinhos pré-fabricados por terceiros (esses últimos dão menos trabalho e são bonitinhos - demonstram mais 'amor' e possivelmente mais agradecimento e feedback)". Geralmente bloqueio essas pessoas (seus números); se um dia me questionarem digo que não tenho mais whatsapp (ou perdi o celular com o chip - se colar, colou!  Se não colar, melhor, assim desistem de mim, vê que estou mentindo e criam vergonha na cara).

4º LUGAR: WhatsApp (ainda em 4º)
Fazer parte de grupo - hoje, se ainda me chamarem para fazer parte de grupo (mesmo de família, e principalmente de família) eu 'puxo uma arma carregada'! Pelo amor de quem vocês acreditam, paz não tem preço - não creio que haja coisa pior que ter um telefone apitando o tempo todo, com lixo eletrônico entrando a cada segundo. A coisa é tão séria que chega um momento que a pessoa só vive para apagar a sujeira que enviam - sequer sobra espaço para o que é realmente importante.

Fico aqui pensando: como é que que as pessoas passavam vergonha antes de aderirem esse monte de rede social?

5º LUGAR: Instagran - esse pouco me incomoda - acabei de entrar para ver se conseguia fazer publicidade de meus produtos (só que não!). Mas sempre soube como funcionava; só entrei por orientação de alguns programas de afiliados; infelizmente, o sistema de publicidade deles está vinculado ao facebook (e o face bloqueou a minha conta de anúncios, de negócios).

O Instagran, apesar de ser um bom local para publicidade paga, é também uma rede social - uma dessas que tem como maior finalidade postar fotos, pequenos vídeos, gifs (e agora o IGTV - que tem maior tempo e a novidade dos vídeos verticais).

- O que penso dele?  

Para pessoas comuns (que não são artistas, nem celebridades), a finalidade do INSTAGRAN é mostrar o 'lado' que a pessoa gostaria de ter - NÃO o que verdadeiramente tem! A maioria usa uma máscara de maquiagem ou filtros que acabam transformando ela em outra pessoa. Em muitos pontos se assimila ao facebook (se passarmos o dia ligados acabamos descobrindo o que a pessoa come, onde vai, com quem se reuniu, o que ganhou, se está bem ou mal - no face, até o checking é possível fazer - dá para marcar, indiretamente, um encontro com psicopatas e violadores! Já no Instagran, não sei se dá para marcar encontros macabros como os do face; mas se marcar, seguramente vão encontrar outra pessoa (a do instagran nunca é a mesma da vida real).

As pessoas do mundo sempre foram carentes e não sabíamos, ou se tornaram assim depois da invenção das redes sociais?!?!

Não tenho uma resposta para uma pergunta tão complexa. Além disso, não vim aqui apenas para criticá-las; afinal, é uma ótima invenção, aproxima pessoas e proporciona mil e uma utilidades; no entanto, a maioria de nós não sabe utilizá-las adequadamente e com parcimônia. Principalmente os 'desocupados'. Estes fazem uso delas como se todo mundo vivesse como eles - sem nada mais para fazer!

O que vou dizer agora não é um conselho, é apenas uma dica: que tal voltar a olhar na cara dos pais, dos filhos e dos amigos (os de verdade); não aqueles milhares que pediram amizade para fazer número no perfil?  Voltem ao mundo real, dêem atenção ao seus seus familiares e amigos próximos, esses saberão dar valor a um bom dia cara-a-cara, a um abraço de verdade, a um afeto - eu, pelo menos, não dou à mínima para coraçõezinhos, flores e beijinhos virtuais (especialmente de quem não conheço). Esses milhares de beijinhos e flores que envia para quem está distante ou sequer conhece, não te dará a mínima  o dia que você sumir e quiçá tiver morrido ou acamado(a). Valorize-se e valorize quem realmente faz parte de sua vida!

Por Elane F. de Souza (Adv.; administradora deste e de outros Blogs e a pg. DCJ no Facebook).

Imagem/crédito: pixabay grátis

19 de agosto de 2018

'Childfree', conveniência ou preconceito?

No ano passado (2017) muito se falou da onda que vem surgindo no mundo, chamada 'childfree" (livre de crianças), em hotéis e restaurantes.

O que pode parecer preconceito, em nosso entendimento, nada mais é que conveniência do nicho. 

Eu, por exemplo, alugo um apartamento, via AIRBNB, desde 2014. Fiz o cadastro no aplicativo em 2012 e, mesmo naquela época, meu imóvel já podia ser disponibilizado da forma como quisesse - assim, exclui a possibilidade de hospedar menores de 14 anos. 

É uma opção do proprietário - muitos não aceitam animais e está tudo bem; porque não haver a opção de proibir ou não aceitar crianças?  

Geralmente, as empresas oficiais (os CNPJ) que fazem isso é porque não estão adaptados para receber crianças e/ou acreditam que elas não são boas o suficiente como clientela. "São barulhentas, desobedientes, correm entre garçons e outros clientes, derrubam e destroem coisas, as menores choram, etc".  

Em se tratando de Brasil, o problema maior é que criança pode tudo! Inclusive dar prejuízo aos donos de restaurantes e hotéis e no final, ficar por isso mesmo! Nem uma "olhadura" mais reprovadora, o gerente ou proprietário, pode dar que o pai ou mãe já fica furioso! Quanto mais cobrar!  É por isso que a maioria delas (das crianças) "criaram asas"!  As educadas, são prazerosas de se ver e ter por perto; mas, infelizmente são minoria e a culpa (quase sempre) é dos pais!

É diferente de proibir a entrada de negros, muçulmanos, gays, lésbicas; por xenofobia ou qualquer preconceito puro e simples. Há uma explicação LÓGICA e plausível para NÃO aceitar crianças como clientes. Já, as pessoas citadas anteriormente, NÃO!

Hoje, existe inúmeros estabelecimentos "childfree", pelo mundo! 

Grande parte age dessa forma porque simplesmente é o nicho deles. "Hotéis para adultos em lua de mel; hotéis para casais sem filhos; hotéis para desfrutar do silêncio"! Quem poderia obrigar um hotel que escolheu esse tipo de nicho a receber crianças?

E há mais!  Você sabiam que existe até empresa de aviação com área "silenciosa"? Pois é; segundo consta a Air Ásia tem uma ala assim para vôos de longa distância. Ela é destinada a pessoas acima dos 12 anos.

Quem viaja muito para o exterior (e nem precisa ser tanto assim) já deve ter passado horas a ouvir crianças chorando. Claro que a criança deve estar sofrendo algum efeito da altitude (como dor nos ouvidos, por exemplo); mas, o que eu e você, que não somos os pais e estamos pagando, temos a ver com isso?  

Uma viagem internacional geralmente é longa e cansativa - ter um bebê ao lado, chorando o tempo todo, dá até fadiga (experiência própria). Tudo isso, somado ao inchaço nas pernas e a falta de espaço para se esticar (classe econômica); deixa a pessoa ainda mais cansada e fatigada, pós viagem, que o normal!
família de férias
Família com crianças

Quando escolhi não alugar meu apartamento para famílias com crianças menores de 14 anos foi pensando, primeiramente, na vizinhança.  Tenho um lema: o que não quero para mim evito o máximo fazer com os outros.  Já que meu prédio não é um hotel, preferi alugar para no mínimo 1 semana (evitar 'entra e sai'); a opção de childfree veio do barulho que poderiam fazer para os vizinhos; em segundo lugar, EVITAR que meu apartamento se transformasse em um mural de rabisco - agi assim, porque não posso controlar filhos alheios, tampouco tenho um administrador, em tempo integral, para fazer constante vistoria de entrada e saída (ponto por ponto, do apartamento) e descontar da caução.  E, o mais lógico de ter agido assim é não acreditar nos pais - quando o imóvel é deles os filhos fazem o que querem; alugado ENTÃO?

Qualquer empresário ou administrador que fizer uma exigência como essa que fiz, terá seus motivos e geralmente não é discriminatório - é apenas conveniente! No meu caso se justifica mais porque é o único imóvel que tenho - se fazem dele um 'antro', o dia que voltar terei mais prejuízo com reforma, que o lucro que tive com os aluguéis (e não é essa a finalidade de ninguém que aluga).

Afortunadamente, para pais de crianças e adolescentes, no Brasil, a 'moda' do childfree ainda engatinha. Crianças aqui, além de serem tratadas como reis pelos pais e pela sociedade, ainda tem privilégios que poucos têm!
Foto: DW / Deutsche Welle
Foto: DW / Deutsche Welle

Até certa idade, em ônibus urbanos, não pagam; muitos restaurantes não cobram dos mais pequenos e só 1/2 dos maiores (até 12, por exemplo); nos vôos, crianças de colo não pagam; em cruzeiros são grátis (dependendo da idade, e o ano todo); na maioria dos hotéis, famílias com pequeninos não contam 'por cabeça' - só os adultos são contados e pagantes.  

A vida aqui ainda é um paraíso para papais e mamães - praticamente todo lugar aceita criança - exceto motéis e alguns bares noturnos (e olhe lá!)! 


Notícias sobre o tema


Em maio de 2017 o tema até virou assunto para ser discutido na Câmara Federal. O Projeto de Lei do Deputado Mário Heringer (PDT-MG), que tinha como finalidade vetar estabelecimentos que proibissem a entrada de crianças e adolescentes, foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico (sobre essa notícia aqui) ou pela BBC aqui.

Outra interessante notícia é a que foi apresentada no domingo Espetacular (agosto 2017) - mais sobre isso aqui.

E você, o que acha do tema?  Deixe sua opinião ou crítica a quem age dessa forma - valendo, inclusive, comentários contra a autora por agir assim!
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Por Elane F. de Souza (Advogada e administradora dos Blogs Diário de Conteúdo Jurídico e Divulgado Direitos - e DCJ no facebook).
Também estamos no JusBrasil 
Imagem/Créditos: pixabay grátis e Foto: DW / Deutsche Welle

14 de agosto de 2018

Esperança causa Angústia e frustração!

Esperança vem do Latin e deriva de SPES  ('confiança que algo seja positivo').
Mais tarde, também do Latim, nasceu o verbo SPERARE;
...e assim, com o 'surgimento' do Português, o nosso ESPERAR e suas conjugações.

"Esperança é a última que morre" e a primeira a causar angústia e posteriormente, frustração!

Quando tenho esperança, tenho angústia da incerteza;

Quanto tenho esperança, confio; 

Quando confio e o objeto dessa confiança não sai como ESPERADO - desespero!

Esperança dá desespero!

Quem tem esperança tem frustração;

Quem tem esperança - deseja!

Quem tem esperança, espera, angustia e quase sempre frustra:

Tenho esperança que o trânsito, às 18 horas, no centro de Recife, esteja calmo;

Tenho esperança que o meu casamento seja um eterno caso de amor;

Tenho esperança que o meu Ford seja tão bom e confortável quanto um Toyota;

Tenho esperança que as minhas malas, novinhas, cheguem inteiras após o primeiro vôo;

Tenho esperança que o meu filho nasça saudável e seja muito inteligente;

Tenho esperança que haja vida após a morte;

Tenho esperança em obter aprovação no vestibular;

Tenho esperança em conseguir aprovação, no máximo, no segundo concurso que fizer;

Tenho esperança que meu filho se cure desse câncer;

Tenho esperança que os políticos do Brasil, no futuro, NÃO sejam corruptos;

Tenho esperança que o meu pastor invista todo o recurso que recebe em obras de caridade.
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Quando tenho esperança, tenho desejo que algo saia como eu quero e/ou planejei;

Enquanto isso me angustio;

Quando não sai como esperado, DESESPERO; dor e frustração serão meus 'companheiros' até voltar a ter nova esperança - assim é o ciclo da vida: TER ESPERANÇA, ANGUSTIAR E FRUSTRAR!

Esperança e angústia estão de mãos dadas, a frustração é o estágio seguinte!
Esperança causa angústia e Frustração

Portanto, não tenha ESPERANÇA, faça acontecer ou simplesmente se desligue quando a solução não estiver ao alcance!

A cura de um câncer não depende de você (faça só a sua parte, TRATE com profissionais adequados; se for para curar, vai curar!);

As malas chegarem inteiras, também não (faça sua parte - se puder pague para protegê-las com rolos de plástico);

Seu filho nascer saudável e inteligente tampouco, a não ser que faça seleção genética (e creio que isso ainda é proibido - selecionar embriões com características desejáveis e descartar os 'defeituosos' depois de implantados e 'seguros', também se chama aborto).  Hitler fez isso com pessoas depois de nascidas.

Chegar em seu compromisso no horário combinado SIM - saia cedo, evite horários de pico (não tenha esperança nisso, não angustie à toa, apenas faça sua parte - só não chegará no horário, se morrer no caminho - por outro lado, impedir a morte natural ou trágica não está ao seu alcance).

Quando aprender a viver assim, com certeza serei mais leve!

Por Elane F. de Souza (Advogada e articulista em seus blogs e JusBrasil) com inspiração em palestras de Pedro Calabrez, Augusto Cury e Leandro Carnal. (ao copiar ou redistribuir é interessante que você também cite a fonte).

Imagem criada e Editada por Elane F. Souza

Fonte do Significado de Esperança: adaptado do site significados


















25 de julho de 2018

PARAÍSO SELVAGEM 1 - da série: viagens pelo nordeste

A vantagem de viver em uma região que não é tão grande (comparando com as outras do Brasil) é a possibilidade de conhecer (em pouco tempo) uma quantidade imensa de lugares.

Estamos começando uma série de artigos, fotos e vídeos em que mostraremos as belezas do nordeste.  

Nesta série procuraremos informar e dar dicas de onde e como chegar a tais lugares.  Hotéis, pousadas, onde comer, ir e se divertir.
Espero que gostem - muitas das imagens e vídeos serão realizados pelo drone Mavic PRO (operado pelo meu companheiro de vida).

Este primeiro vídeo é da propriedade onde estivemos hospedados no Vale do Catimbau - PE (Paraíso Selvagem, propriedade do indígena Jurandir Kawak e sua família).  Lugar lindo e acolhedor. Poucos chalés (suponho que é melhor reservar antes, via pg. do facebook - nela encontrará o fone e whatsapp).  

No entanto, se quiserem só passar o dia (day use) e almoçar, também é uma boa pedida. A comida é muitoooo saborosa e tem várias piscinas naturais.



O vídeo a seguir ainda é da área do paraíso selvagem, só que realizada no final de tarde (pôr do sol, com cara de nascer do sol).  Em alguns momentos parece pôr do sol, em outros parece nascer do sol por causa das subidas e descidas (irregulares) que o operador do drone efetuou (mas assim ficou melhor ainda).  Veja abaixo como chegar a esse 'paraíso'!



COMO CHEGAR:
De Recife - PE à Buíque PE são 
3 h 48 min (274,1 km) via BR-232


Estando em Buíque, informe-se em algum hotel ou posto de combustível. Dirão para seguir mais ou menos 12 km até o Vale do Catimbau - este será o local onde se localiza as terras de Jurandir Kawak (Paraíso Selvagem). 

Até o momento da escrita deste artigo (25.07.2018) todo o trecho, até o local, estava bom para trafegar.

Boa viagem - divirtam-se muito!

Por Elane F. Souza (Adm. deste blog e de outros de Direito)

Fontes: endereço (trajeto) retirado do google maps

*Já pensou em conhecer Portugal e morar naquele país? Para saber mais clique AQUI

5 de julho de 2018

Seja um empreendedor de sucesso em qualquer área!

Nossa, que chamada esse título! Parece até capa de livro de auto-ajuda ou que tem como finalidade "ensinar" pessoas a empreender - Todavia, e infelizmente, é uma das maiores falácias que existem!
Faça a seguinte pergunta: Todo mundo nasceu para cantar, jogar futebol, pintar, desenhar, atuar, dançar, compôr, tocar esplendidamente algum instrumento? 

- Não, né?

Então, como é que ainda acreditamos nessa de que precisamos empreender, ser patrões de nós mesmos; ter a nossa própria empresa, fazer nosso tempo e espaço? 
Minha gente, conto de fada é coisa de criança; adultos que perdem tempo acreditando em promessas milagrosas tendem a se decepcionar, e muito!

Existem pessoas que nascem para empregado e o fantástico disso (de muitas delas), é que são conscientes (prestam concursos públicos, especializam; uns, inclusive, chegam a fazer doutorado para administrar o que é dos outros, mas não se aventuram empreendendo). Isso sim é consciência! Saber até onde se pode chegar e de que forma chegar!
Trabalhar por conta própria
Empreendedorismo

Não é um fracasso profissional trabalhar para os outros ou para o Estado, pelo contrário; imagine que todo mundo resolvesse empreender - quem trabalharia para os empreendedores? O bom da vida (sempre) continuará sendo a diversidade de oportunidades e de talentos - uns nascem COM, outros nascem SEM; mas nem por isso os primeiros são melhores.

Tem gente que o talento dela é ser empregado, ser subordinado, ter tarefas para fazer sozinho ou em equipe e odeia ter que mandar, exigir, administrar e até pedir - essas pessoas geralmente trabalham para empresas ou organismos governamentais e sempre são considerados empregados exemplares. 

- Isso é ruim? 

Claro que não; como já dissemos, se essas pessoas não existissem, o que seria dos empreendedores natos? 

O mundo é uma cadeia de talentos que sempre existirá - se você é um talento para ser empregado, não vá na "onda" (não caia nessa) do sucesso via empreendedorismo, pois isso não é para você!

Nem todo mundo pode tudo, e da mesma forma, nem todo mundo tem perfil empreendedor - as pessoas precisam ter senso de realidade.

Como diria Sócrates (ou Tales de Mileto): "conhece-te a ti mesmo"!

O certo é, primeiro, conhecermos a nós mesmos, dessa forma não nos deixaremos levar pelas falácias que tentam impôr, diariamente, via "time line", caixa de correios virtual, nossas mães, nossos amigos, nossos inimigos, etc.

Só você sabe o que é melhor para você; só você sabe qual é o seu talento - status e dinheiro não trazem felicidade (algumas coisas fugazes, sim); no entanto, se ainda for um jovem, no futuro entenderá, principalmente se fizer a escolha profissional equivocada, influenciado pelo que os outros acreditam que seja o melhor para você! 

A história de que todo mundo pode tudo, é mirabolante - olhe ao redor e diga, com toda sinceridade: acha mesmo que todo mundo pode tudo ou quer (apenas) parecer uma pessoa otimista e de boa vibeperante os que te rodeiam?




Acredito que, no caso em questão, senso de realidade vale muito mais que o adjetivo otimista e o substantivo vibração! Essa é a minha conclusão, qual é a tua?

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13 de junho de 2018

Quer conhecer ou vai se mudar para Portugal? "Navegue" aqui, que eu te ensino

Parece que foi ontem, mas lá se vão onze anos desde o dia em que decidi acompanhar uma amiga em uma jornada, rumo à Lisboa, capital de Portugal. 



Era 2007, precisamente maio, primeira quinzena do mês - primavera daquele ano; ainda fazia um friozinho para pessoas como eu e minha amiga (nascidas em Cuiabá, no Mato Grosso - uma das capitais mais quente do Brasil).

em Guimarães PT - julho 2007)
Elane Souza (em Guimarães PT - julho 2007)



Antes disso, desembarcamos no Aeroporto Internacional de Madrid, chamado Adolfo Suárez (mais conhecido como Barajas).  Fizemos isso porque sequer tínhamos ideia do que era o melhor a fazer.  




Imagine, duas mulheres e uma criança (filho dessa amiga), desembarcando em um dos maiores aeroportos do mundo - sem falar quase nada de Espanhol - apenas o "portunhol", comum entre os brasileiros que dizem entender e falar espanhol, mas nunca ter estudado ou ido à escola para, verdadeiramente, aprender.



Hoje, se fosse imigrar (e pela primeira vez), trataria de buscar toda informação possível para não passar pelo que passei e gastar o que gastei.



*Primeiramente não viajaria de Ibéria (apesar de ser uma das melhores empresas de aviação da Europa, juntamente com a TAP, é também uma das mais caras escolhas).



*Não faria o trajeto Brasil/Madrid/Lisboa - iria em vôo direto à Lisboa ou Porto - quem não sabe falar nada de espanhol, com mais razão deve fazer essa escolha.



*Não compraria bilhete aéreo em agência de turismo - hoje sei que isso é coisa para amadores.



*Antecipadamente pesquisaria tudo sobre o país para onde iria imigrar - na internet, no youtube, há uma infinidade de brasileiros que vivem pelo mundo, mostrando a vida em cada cantinho do planeta! Eu, no entanto, ainda prefiro os artigos escritos - sei que as pessoas gostam mais de vídeos; mas, os textos de páginas especializadas no assunto imigração, são melhores, há mais detalhes nas explicações (vale a pena a leitura - façam um esforço)!


*Outro conselho que daria é: procure saber qual a região ou cidade mais indicada para o que quer fazer ou para (simplesmente viver e desfrutar) com a família. Tenha em conta do que e de onde irá retirar o sustento (se trabalhará ou montará um negócio próprio e de quê); se tem filhos em idade escolar; verificar a existência ou não de hospitais na região. Se prefere frio ou calor, mar ou interior; cidade grande ou pequena.

*E falando sobre hospitais e exames - um alerta: Portugal não tem um sistema como o SUS (que apesar de ser ruim ainda funciona e é de graça); em Portugal você, especialmente imigrante que não trabalha e não contribui com Assistência Social, pagará MAIS por consultas e exames. Os medicamentos, nas farmácias, também serão mais caros que para alguém que contribui. Isso funciona assim por causa do custeio (se você não ajuda a custear a A.S. terá que pagar mais por ela que quem contribui).  Mas não se preocupem, em urgência ou emergência, será atendido como em todo lugar - depois ficará com a conta!  Pior seria imigrar para os EUA e ter que pagar uma fortuna por todo E QUALQUER atendimento médico!  Ahh, os valores das consultas e exames são bastante "simbólicos" quando comparados aos mesmos (particulares) realizados no Brasil


*Aconselho, também, que assim que chegarem, procurem retirar toda a documentação própria de imigrante e, quando possível, o visto de trabalho ou outro que permita viver em Portugal de forma "permanente" e legal.  Essa segunda opção é para quem possui mais recursos (certamente deverá comprovar que pode viver no país sem trabalhar ou trabalhando e contribuindo com negócio próprio).


A minha experiência em Portugal se deu durante os quase 5 anos que vivi em Lisboa e "turistei" pelas outras regiões do país.  Voltei ao Brasil final de 2011; mas enquanto vivia em Portugal conheci praticamente todas as regiões e especialmente as maiores cidades.  Trabalhei pouco e vivi muito! (rsrsr) Assim, seguramente estou apta a indicar a todos os que desejarem imigrar ou "turistar" (ou os dois, como eu fiz), qual, ou quais os melhores caminhos seguir!

Também estudei (aprendi Espanhol e quase terminei um mestrado de Direito Empresarial), sem falar que "descobri" e também aprendi sobre os melhores e mais saborosos vinhos da Europa!

Galícia-Santiago de Compostela (ES) agosto 2007
Elane F. Souza em Galícia-Santiago de Compostela (ES) agosto 2007

Dúvidas?  É só digitá-la no campo de comentários abaixo ou adquirir o nosso manual (um guia para "imigrantes turistas" AQUI).

*Clicando AQUI terá um desconto e ainda poderá parcelar.

A todos um grande abraço e se for imigrar - BOA SORTE!

Por Elane F. de Souza (Advogada e autora deste e de outros blogs - os demais são do nicho Direito).

Imagens/créditos: da própria autora em 2007








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